"Eu não sou primeiro um ser da desesperança a ser convertido ou não pela esperança. Eu sou, pelo contrário, um ser da esperança que, por 'n' razões, se tornou desesperançado. Daí que uma das nossas brigas como seres humanos deva ser dado no sentido de diminuir as razões objetivas para a desesperança que nos imobiliza"
(Paulo Freire, Pedagogia da Autonomia, p. 73)

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