esse é o nome do ilustre que nao me deixa dormir.
eu ouvi falar dele pela primeira vez em 'comerciais de cigarro', uma música do dance of days, onde tem uma parte que diz 'alguém que não me deixe tão garcia marquez feito um personagem de cem anos de solidão'. mais do que qualquer outra parte da música (que eu gosto muito, aliás), esse nome me intrigou muito e eu fiquei muito curiosa para saber do que se tratava. coincidentemente um amigo tinha esse livro e me emprestou. ele me deu uma dica: vai ser difícil no começo, mas insista. e realmente, no começo eu ficava agoniada querendo saber onde tudo aquilo ia dar. e sabe onde deu? na melhor história de todos os tempos, com o melhor final do mundo!
anos depois, mais precisamente no natal do ano passado, eu pedi de natal um box da fnac com quatro livros do gabriel garcia marquez. antes do ano novo eu já tinha lido dois, memórias de minhas putas tristes e crônica de uma morte anunciada. então reli cem anos de solidão, e li amor nos tempos do cólera, má hora: o veneno da madrugada; e acabei de terminar um que eu peguei em espanhol (para practicar mi español), que parecia um livro bobinho, até a última frase, que foi um soco no estômago, ninguém escreve ao coronel (o el coronel no tiene quien le escriba, hê), muito bom.
não quero chegar em nenhum lugar com tudo isso. só queria comentar que quando eu pego um livro dele para ler eu não consigo fazer mais nada, fico me apressando para terminar de fazer tudo e poder ler mais um capítulo (nunca é só um capítulo, é muito dífícil parar de ler). não vejo a hora de acabar as férias e voltar na biblioteca da faculdade e ler todos os outros livros dele <3

Já tive vontade de lê-lo. Os títulos me chamam muita atenção, me atraem... Ah, mas como me falta tempo, viu? Ainda não me acostumei com a correria da faculdade. E sinto que cada vez mais a engenharia me rouba a sensibilidade e capacidade de abstração. ):
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