Não adianta, mesmo depois de um semestre inteiro, não consigo gostar de música contemporânea, e também não consigo achar sentido (fora nas músicas descritivas, como por exemplo, "Estudos dos trilhos de ferro" do Pierre Schaeffer). O conceito é interessante. Eu entendo que a liberdade para criar era exatamente o que faltava para os compositores. Também entendo que o mundo estava mudando, que houve a necessidade de reproduzir os novos barulhos (ruídos) que a nova sociedade produzia / escutava. Mas só na teoria. Na prática, me dá uma agonia ouvir música contemporânea, um nervoso, uma aflição. E mesmo que eu fique repetindo incansavelmente "se liberte dos padrões ocidentais", eu só consigo gostar da música modal, dos povos "primitivos", tribais; da música contemporânea, serial, atonal, ou o que for (!!!) não-con-si-go! >.<" Ninguém faz idéia do que é passar um semestre inteiro só ouvindo música contemporânea, tanto na aula de História Social, quando na de Criação Musical. Foi bem sofrido...! Acho que eu sou um pouco conservadora :)

Acho que nunca escutei.
ResponderExcluirMe deixou curiosa =)
Beijo
Nati,
ResponderExcluirEu acho que não entendo a diferença entre uma e outra, mas isso é pura falta de conhecimento! Deve ser uma delícia estudar música, se pararmos pra pensar, tantas coisas podem e devem inspirar a criação de uma música... acho que precisamos ficar mais atentos aos sons das coisas e das pessoas!
beijos!