07/07/2009

Bom dia todas as cores

Hoje eu passei o dia inteiro lendo notícias no site da Revista Época – tudo isso porque ontem, finalmente, deu para assistir CQC, e eu descobri que eu não sabia de nada do que estava acontecendo (ps: não sei porque só agora o povo grita "fora Sarney", depois de votar nele (quase) não adiante se arrepender, mas está valendo). Quem me dera ter lido tanta notícia assim na época do vestibular – meus argumentos nas redações agradeceriam, hahaha.

Aproveitei que a velocidade da internet aqui da casa dos meus pais aumentou, e baixei trilhares de cds... infantis! Dentre eles, todos os do Palavra Cantada e alguns do Baby Einstein. Eu fico encantada com a criatividade é a inteligência dessas músicas!
No embalo, comecei a ler um livro que meu namorado me deu “A música e a criança”, e estou terminando de ler um outro, que é de uma experiência de uma musicista em um hospital de câncer infantil aqui de Campinas. Cada vez mais eu percebo que eu amo essa área ♥
No final de julho vou tentar estágio com um musicoterapeuta em uma escola para crianças com deficiências físicas. Se tudo der certo, começo a escrever o meu TCC (trabalho de conclusão de curso – mesmo eu estando só no segundo ano da faculdade) a partir dessas experiências *cruza os dedos*

Só para finalizar esse post medíocre, digno de começo de férias, sugiro um filme a vocês: O Balão Branco (Badkonake Sefid) – um dos maiores sucessos do cinema iraquiano. ~ Para quem gosta de ver filmes em línguas diferentes, vai adorar esse, é em persa.
Curiosidade sobre a língua persa: uma mesma sílaba pode ter significados completamente diversos, dependendo da entonação utilizada. Exemplo ficctício: indomá = coração, indomã = lombriga, indomâ = grama. É essa entonação que faz parecer que eles falam 'cantando'! ;)
/natália das luzes também é cultura :D

Razieh é uma menina fofinha de tudo, que sonha em ter um peixinho dourado. Na véspera do Ano Novo, ela convence a sua mãe de lhe dar dinheiro para comprar o peixe. No meio do caminho ela se distrai e perde a nota que a sua mãe lhe deu. E a partir daí começa uma viagem repleta de obstáculos para recuperar o dinheiro. E o mais gracinha, é que ela é uma menina fofa que pede ajuda para um monte de adulto, e acaba descobrindo, na marra, que as pessoas nem sempre são bem intencionadas. Se o filme não for bom em si, vale pela atuação da atriz que faz a Razieh – porque ela faz caras de dó de partir o coração!

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